Natureza
devora transgênico da Monsanto nos Estados Unidos
O
Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica
da Monsanto nos Estados Unidos como estivesse numa cruzada para acabar
com esta nefasta empresa agrícola e de passo dar uma mensagem
ao mundo.
A
notícia é do sítio forum.anti-novaordem-mundial,
11-02-2011.
Agricultores
dos EUA tiveram que abandonar cinco mil hectares de soja OGM e cinquenta
mil estão seriamente ameaçados.
No
que parece ser mais uma demonstração da sabedoria da
natureza abrindo caminho, a espécie de amaranto inca conhecida
como kiwicha se converteu em um pesadelo para a Monsanto. Curiosamente
esta companhia conhecida por suas diabólicas (“Mondiabo”)
práticas se refere a esta erva sagrada para os incas e os aztecas
como uma erva maldita.
O
fenômeno da expansão do amaranto em cultivos de mais
de vinte estados ao largo dos Estados Unidos não é novo,
mas merece ser resgatado, acaso celebrando a pericia e talvez até
a inteligência desta planta guerreira que se opôs à
gigante das sementes transgênicas.
Desde
2004 um agricultor em Atlanta percebeu que brotes de amaranto resistiam
ao poderoso herbicida Roundup baseado no glifosato e devorando campos
de soja transgênica. O site da Monsanto recomenda aos agricultores
misturar o glifosato com herbicidas como o 2,4-D que foi proibido
na Escandinávia por estar correlacionado com o câncer.
É curioso que o New York Times que há mais de 20 anos
escrevia que o amaranto podia ser o futuro do alimento no mundo, agora
chama a esta planta uma “superweed” ou “pigweed”
uma terminogia que faz uma concepção do amaranto como
uma praga.
Segundo
um grupo de cientistas britânicos do Centro para a Ecologia
e a Hidrologia, foi produzida uma transferência de genes entre
a planta modificada geneticamente e algumas ervas “indesejáveis”
como o amaranto.
Este
fato contradiz as afirmações dos defensores dos organismos
modificados geneticamente (OMG): que assinalam que uma hibridação
entre uma planta modificada geneticamente e uma planta não
modificada é simplesmente “impossível”.
O
amaranto aliás, possui mais proteínas que a soja e além
disto contém vitaminas A e C. Enquanto nos Estados Unidos se
preocupam em como eliminar esta resistente planta que supera a tecnologia
da Monsanto: se reproduz em quase qualquer clima, não lhe afetando
doenças nem insetos, pelo qual não precisa de produtos
químicos. Acaso não seria melhor que escutassem esta
mensagem da natureza e tentassem processar alimentos de amaranto?
Então
esse boomerang, devolvido pela natureza da transnacional Monsanto,
não só neutraliza esse predador, mas estabeleceu-se
em seus domínios uma planta que poderia alimentar o mundo em
caso de fome. Suporta a maioria de climas, regiões secas como
as áreas de monção e as terras altas tropicais,
e não tem problemas com insetos ou doenças, assim você
nunca vai precisar de produtos químicos.
Casos
como a satanização do amaranto nos faz pensar que a
industria dos alimentos busca simplesmente manter a população
no pior estado físico possível para que possa ser devorada
por obscuras corporações e interesses políticos.
Instituto
Humanitas Unisnos, Internet, 15-2-11